O silêncio infinito
Que percorre o interior da alma
Em um lodo de existência
Por sobre uma alegoria de sofrimento
E uma tristeza sem fim
Que percorre o amargor
Da insistência em viver
Na presteza da finalidade
E um surto de descolamento
Do teor em que se aperfeiçoa
A herança em suma perfeição
Da morte que se perfaz
A ironia do amalgama
Das dores que se afundam
Cada vez mais suave
Cada vez mais profunda
E no limiar dessa sensação
A pergunta que se perfaz
Será que devo seguir?
Ou será que devo parar?
Beber da dúvida é sempre mais interessante do que sorver da certeza e depois se arrepender.
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