O fogo que exala
De uma maldita visão
Pervertida em ódio insano
Que apodera o meu ser
E na calada vil
Que se apossa do pensar
Exala o odor
De ferro rubro que se esvai
No tecido neuronal
Que se explode em distensão
O erro da criação
Esse antro de maldição
O escuro que aparece
E invade o meu querer
De forma belicosa
Se afunda sem sorver
Passos fracos em direção
A clareira da perdição
Nessa eterna dança
Que mutila minha sensação
E com a fraqueza deste sentir
Me coloco a disposição
Para que ela venha logo
E alivie essa tensão

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