
O cume do ódio
Sobrepõe a pastagem do querer
Em tons de derrota
Sucumbindo ao entorpecer
Em vieses mal amados
Troncos que entranham na alma
O custo de um saber
Mal edificado em meu ser
A lenda de uma vitória
Perpassa o canto de derrota
Em suma importância
Da permanente discórdia
Sonhos que entram por entre frestas
Do eterno pesadelo cristalizado
Turbilhões em vias mentais
Que se esvaem por entre migalhas
Permanece em ascensão
A saída magistral
Por entre a porta do oculto
Sombras de uma existência....

O que dizer de tamanha explosão visceral? O que dizer quando nos buscamos nós abismos que nos olham? Medo, ódio, curiosidade, surpresa, desafios...somos tantas fragilidades, somos tantas pedras de um puzzle infinito.
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