De uma pedra oculta
Que incendeia o pesar
De uma vida curta
Sobre as loucuras mentais
O festim de reações
Que se propagam no ar
E se enterram na pele
E a mazela cruel
Quem vem do amanhecer
Por sobre falas que não se escutam
Vozes que não se fazem ser
O último recanto
Do eterno sibilar
Daquele som que escuto
O canto do pesar
E por veios de rios
De águas turvas
Se erguem montanhas
Fundadas na loucura
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