Em afazeres desprezíveis de uma jornada escatológica
O são remédio de outrora que se foi
Dia que passam longos e oblíquos por entre vidas ceifadas
O suor da mente que segue perturbada
Cantos icônicos de uma besta voraz
Ecoam em harmonia com o salto de um precipício
A maldição que surge no ventre
Dum torpe existir rechaçado
Por entre veredas de um labirinto insano
Se agrupam os caçadores da morte
Poupando o tempo que perpassa pela direção
Rumo ao vazio eterno
Incendiando o evoluir
Da alma deixada em um baú sem tranca
O sopro que parte da estrada vazia
Açoita o divino drama
E entre o sussurro do respirar
Ouvimos o escuro torpor celestial
Em danças ritmadas pela agonia
O som do veneno amoniacal
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