Tolhida de si
Em vieses truncados
No torpe porvir
Sem ação
Estende tua mão
Para não se afanar
Do próprio pesar
Sem emoção
Olhares vazios
Que encontram o luar
Doce solidão
Sem paixão
Queima a própria vereda
De bosques mentais
Que aproximam de ti mesma
Sem vida
O grande ato
De um martírio final
O longo caminho
do abismo...
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