Nos vagos campos mentais
De uma nova era agonizando
Mutilando minha própria convicção
Suplicai ao mártir da esperança
Em uma dança bestial
De súplicas mal elaboradas
Que invertem a lógica moral
Rogai ao santo pecado
A última forma de seu prazer
Residindo em sua torpe agonia
De uma vida em pastos de vazio
Destroçai ó clamor infernal
Que abraça com leveza
O tédio da vazia existência
Entre escombros de sua própria prisão
Aparvalhai tua sentença
Em túmulos de agonia
Matrizes de um algoz
Que ronda tua indiferença
Encorajai o teu caminhar
Em vidas desperdiçadas
Uivando para o temor
Soluçando em intempéries
Incinerai o manto
Que cobre o fundo do abismo
Cortando os pulsos do lamento
Em busca do satisfatório
Pesar......
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