Em sonhos que vem
Doces Ilusões
Fatídico limiar
Entre a realidade e o sonhar
Amargura de sobreviver
Ao tenaz puxar do fio tecido
Moiras que me empurram
Ao final do precipício
O astro que reluz
Em minha atitude fugaz
Relâmpago que me conduz
Ao triste desencorajar
Alma que pena em agonia
Espreita por entre galhos de um pomar
Feito de frutas podres que se esvaem
Em meio ao doce torturar
Em atroz decepção de uma peleja sem fim
Em um fugaz de uma era amaldiçoada
Explode por entre entranhas mal formadas
Colóquio mental....
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