Sensações de vazio
Atormentam o pensar
O medo de um novo dia
Emerge do raiar do próprio fôlego
Sonhando acordada
Com o meio de se terminar
Com o próprio suplício
De uma tormenta de lágrimas não choradas
O rasgo na carne
Já não traz alívio
O doce momento
Em que se inspira o temor
Em um quarto escuro
Divaga por entre emoções
Dor, raiva e rancor
Despertam de uma paixão
Em soluços de inquietude
Abarcam os momentos agonizantes
Glória que emerge
Do fundo de um abismo literário
Códigos que trazem segredos
O véu da verdade não se sustenta
Incólume sofrimento que persiste
Por entre as veias mal abertas
O sangue que assim carrega
O fardo do existir
Por entre medos e emoções
O fluido que vai se extinguir.....

Nenhum comentário:
Postar um comentário