Sucinto, estrondoso,indelicado...Lágrimas escorrem, anúncio da hora final.
Aonde os ritmos entram em colisão com o mártir da alvorada.
Ciclo circadiano envolto no som de uma balada noturna.
Sossega a horda de um trovão devastado.
Nas linhas de uma torta montanha, perdidos em som de pensamentos vultuosos.
Caminhos entre outros.
Onde para esse inicio sem fim?
É o final de si ou inicio de mim?
Assusta o fato de pensar em uma perplexidade exacerbada.
Meticulosa fantasia entorno de gestos grosseiros.
Mantém a ode a personalidade de um artesão de almas.
Ciclo mortal. Vício carnal.
E nas entranhas dos pesares mal articulados.Ganha ao entrave de uma luta em torno daquilo que fui.
Descoberta tenaz, jogo do incapaz.
E aos olhos de quem escuta uma alucinação.
Encarnada sob a efigie de uma tenra salvação.
Vira-te aos olhos daqueles que estremecem ao sentir um questionamento.
Nega a filosofia de um lamento.
Esconde-te sob o manto da glória, podre, falsa, vilipendiosa.
Será esse o inicio do fim?
Ou começo de tudo?
Vestes adaptadas a incongruência do sentir.
Isolada, mascarada, violentada, entorpecida.
Em caráter especial, fases que amaldiçoam.
Do alto do cume do saber esquecido.
Fases, que ecoam no mar da frustração do existir.
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